sexta-feira, 3 de abril de 2009

Literatura



1º: Século XIX
As escolas literárias vigentes no século XIX ,se iniciam com o Romantismo,que na realidade surge no fim do século XVIII ,na Europa ,e perdura ainda por boa parte do século XIX.
Na segunda metade do século, o impacto das novas teorias e idéias que surgem influencia de forma substancial a obra dos escritores da época .Surge a teoria marxista,o Darwinismo e o positivo de Comte ,que influenciam na mudança do curso da literatura tanto quanto no pensamento universal. Surge então o Realismo/Naturalismo que se distanciam do romantismo ,não mais expondo somente uma face sonhadora e idealizada da vida como faziam os românticos ; era preciso mostrar a face nunca antes revelada: a do cotidiano massacrante, do amor adúltero, da falsidade e do egoísmo humano, da impotência do homem comum diante dos poderosos. E comtemporaneo ao Realismo/Naturalismo surge também o parnasianismo que é uma escola literária ou um movimento literário essencialmente poético, contemporâneo do Realismo-Naturalismo. Um estilo de época que se desenvolveu na poesia a partir de 1850 na França.
1.1;Romantismo( início do séc XIX )
É trabalhado na primeira metade do século XIX . Caracterizou-se como uma visão de mundo contrária ao racionalismo que marcou o período neoclássico e buscou um nacionalismo que viria a consolidar os estados nacionais na Europa.
O Romantismo surgiu na Europa numa época em que o ambiente intelectual era de grande rebeldia. Na política, caíam os sistemas de governo despóticos e surgia o liberalismo político (não confundir com o liberalismo econômico do Século XX). No campo social imperava o inconformismo. No campo artístico, o repúdio às regras. A Revolução francesa é o clímax desse século de oposição.
No Brasil, o romantismo coincidiu com a independencia política em 1822, com o Segundo reinado , com a guerra do Paraguai e com a campanha abicionista .
Principais escritores românticos brasileiros:
Gonçalves Dias: principal poeta romântico e uns dos melhores da língua portuguesa, nacionalista, autor da famosa Canção do Exílio, da nem tão famosa mas muito melhor I-Juca-Pirama e de muitos outros poemas.
Álvares de Azevedo: o maior romântico da Segunda Geração Romântica; autor de A Lira dos Vinte Anos, Noite na Taverna e Macário.
Castro Alves:grande representante da Geração Condoeira, escreveu, principalmente, poesias abolicionistas como o Navio Negreiro.
Joaquim Manuel de Macedo, romancista urbano escreveu A Moreninha e também O Moço Loiro.
José de Alencar, principal romancista romântico. Romances urbanos: Lucíola; A Viuvinha; Cinco Minutos; Senhora. Romances regionalistas: O Gaúcho, O Sertanejo, O Tronco do Ipê. Romances históricos: A Guerra dos Mascates; As Minas de Prata. Romances indianistas: O Guarani, Iracema e o Ubirajara.
Manuel Antônio de Almeida: romancista urbano, precursor do Realismo. Obras: Memórias de um Sargento de Milícias.
Bernardo Guimarães: considerado fundador do regionalismo. Obras: A Escrava Isaura; "O Seminarista"
Franklin Távora: regionalista. Obra mais importante: O Cabeleira.
Visconde de Taunay: regionalista. Obra mais importante: Inocência.
Caracteristicas: O coração,sensibilidade.
Subjetivismo,fantasia; Temas cristãos e nacionais; A democratização da arte; Originalidade; Liberdade criadora; O particular,o individual; Melancolia; Cristianismo; Metáforas ; Sentimento doentio; Idealismo aéreo; Olhos no passado; Espiritualismo; O poeta se lamenta.
1.2; Realismo/Naturalismo( segunda metade do século XIX )
Na segunda metade do século XIX, a literatura romântica entrou em declínio, juntos com seus ideais. A partir da extinção do tráfico negreiro, em
1850, acelera-se a decadência da economia açucareira no Brasil e o país experimenta sua primeira crise depois da Independência. O contexto social que daí se origina, aliado a leitura de grandes mestres realistas europeus como Stendhal, Balzac, Dickens e Victor Hugo, propiciarão o surgimento do Realismo no Brasil, assim, em 1881 se destaca o Realismo. Os escritores e poetas realistas começam a falar da realidade social e dos principais problemas e conflitos do ser humano. Como características desta fase, podemos citar : objetivismo, linguagem popular, trama psicológica, valorização de personagens inspirados na realidade, uso de cenas cotidianas, crítica social, visão irônica da realidade.
Motivados pelas teorias científicas e filosóficas da época, os escritores realistas desejavam retratar o homem e a sociedade em sua totalidade. Não bastava mostrar a face sonhadora e idealizada da vida como fizeram os românticos; era preciso mostrar a face nunca antes revelada: a do cotidiano massacrante, do amor adúltero, da falsidade e do egoísmo humano, da impotência do homem comum diante dos poderosos. Uma característica comum ao Realismo é o seu forte poder de crítica, adotando uma objetividade que faltou ao romantismo. Grandes escritores realistas descrevem o que está errado de forma natural. Se um autor desejasse criticar a postura da Igreja católica, não escreveria um soneto anticristão, porém escreveria histórias que envolvessem-na de forma a inserir nessas histórias o que eles julgam ser a Igreja Católica e como as pessoas reagem a ela. Em lugar do egocentrismo romântico, verifica-se um enorme interesse de descrever, analisar e até em criticar a realidade. A visão subjetiva e parcial da realidade é substituída pela visão que procura ser objetiva, fiel, sem distorções. Dessa forma os realistas procuram apontar falhas talvez como modo de estimular a mudança das instituições e dos comportamentos humanos. Em lugar de heróis, surgem pessoas comuns, cheias de problemas e limitações. Na Europa, o realismo teve início com a publicação do romance realista
Madame Bovary (1857) de Gustave Flaubert.

Como representante desta fase no Brasil destacam-se:
Aluísio Azevedo; que publica O Mulato (primeiro romance naturalista brasileiro) e O Cortiço e Raul Pompéia autor de O Ateneu;
Machado de Assis que publica Memórias Póstumas de Brás Cubas(primeiro romance realista do Brasil), Quincas Borba, Dom Casmurro e O Alienista;
Raul d'Ávila Pompéia autor Naturalista, Impressionista e Realista que publica
1880 - Uma tragédia no Amazonas (romance) ,1888 - O Ateneu (romance) 1900 - Canções sem metro (prosa).

Aluísio Azevedo Machado de Assis Raul Pompéia

O Naturalismo mostra o homem como produto de forças “naturais”, desenvolve temas voltados para a análise do comportamento patológico do homem, de suas taras sexuais, de seu lado animalesco. Os naturalistas acreditavam que o indivíduo é mero produto da hereditariedade e seu comportamento é fruto do meio em que vive e sobre o qual age. A perspectiva evolucionista de Charles Darwin inspirava os naturalistas, esses acreditavam ser a seleção natural que impulsionava a transformação das espécies. Assim, predomina nesse tipo de romance o instinto, o fisiológico e o natural, retratando a agressividade, a violência, o erotismo como elementos que compõe a personalidade humana. Ao lado de Darwin, Hippolyte Taine e Auguste Comte influenciaram de modo definitivo a estética naturalista. Os autores naturalistas criavam narradores oniscientes, impassíveis para dar apoio à teoria na qual acreditavam. Exploravam temas como o homossexualismo, o incesto, o desequilíbrio que leva à loucura, criando personagens que eram dominados por seus instintos e desejos, pois viam no comportamento do ser humano traços de sua natureza animal. No Brasil, a prosa naturalista foi influenciada por Eça de Queirós com as obras O crime do padre Amaro e O primo Basílio, publicados na década de 1870. Aluísio de Azevedo com a obra O mulato, publicado em 1881, marcou o início do Naturalismo brasileiro, a obra O cortiço, também de sua autoria, marcou essa tendência. Em O cortiço a face completa do Naturalismo pode era vista, nessa obra o indivíduo é envolvido pelo meio, o cenário é promíscuo e insalubre e retrata o cruzamento das raças, a explosão da sexualidade, a violência e a exploração do homem.
Além de Aluízio de Azevedo e Eça de Queirós, existem outros escritores que se destacaram como Júlio Ribeiro com o romance A carne (1888); Adolfo Caminha com A normalista (1893) e O bom-crioulo; Raul Pompéia com O Ateneu (1888).

Caracteristicas : Observação impessoal; Idealismo reformador; Olhos no presente;
Penteismo; Supremacia da verdade físca; Materialismo otimista; Objetividade; Exatidão e veracidade; Documentação da realidade; Espirito cientifico; República; O mndo como ele é; Atualidade; Romance psicológico;
Parnasianismo ( final do século XIX e início do século XX )
No Brasil, o parnasianismo dominou a poesia até a chegada do
Modernismo brasileiro. A importância deste movimento no país deve-se não só ao elevado número de poetas, mas também à extensão de sua influência, uma vez que seus princípios estéticos dominaram por muito tempo a vida literária do país, praticamente até o advento do Modernismo em 1922.
Na
década de 1870, a poesia romântica deu mostras de cansaço, e mesmo em Castro Alves é possível apontar elementos precursores de uma poesia realista. Assim, entre 1870 e 1880 assistiu-se no Brasil à liquidação do Romantismo, submetido a uma crítica severa por parte das gerações emergentes, insatisfeitas com sua estética e em busca de novas formas de arte, inspiradas nos ideais positivistas e realistas do momento.
Dessa maneira, a década de 1880 abriu-se para a poesia científica, a socialista e a realista, primeiras manifestações da reforma que acabou por se canalizar para o Parnasianismo.
O
parnasianismo buscou os temas clássicos, valorizando o rigor formal e a poesia descritiva. Os autores parnasianos usavam uma linguagem rebuscada, vocabulário culto, temas mitológicos e descrições detalhadas. Diziam que faziam a arte pela arte. Graças a esta postura foram chamados de criadores de uma literatura alienada, pois não retratavam os problemas sociais que ocorriam naquela época. O Parnasianismo surgiu timidamente no Brasil nos versos de Luís Guimarães Júnior (Sonetos e rimas. 1880) e Teófilo Dias (Fanfarras. 1882), e firmou-se definitivamente com Raimundo Correia (Sinfonias. 1883), Alberto de Oliveira (Meridionais. 1884) e Olavo Bilac (Relicário. 1888).
O Parnasianismo brasileiro, a despeito da grande influência que recebeu do Parnasianismo francês, não é uma exata reprodução dele, pois não obedece à mesma preocupação de objetividade, de cientificismo e de descrições realistas. Foge do sentimentalismo romântico, mas não exclui o subjetivismo. Sua preferência dominante é pelo verso alexandrino de tipo francês, com rimas ricas, e pelas formas fixas, em especial o soneto. Quanto ao assunto, caracteriza-se pela objetividade, o universalismo e o esteticismo. Este último exige uma forma perfeita (formalismo) quanto à construção e à sintaxe. Os poetas parnasianos vêem o homem preso à matéria, sem possibilidade de libertar-se do determinismo, e tendem então para o pessimismo ou para o sensualismo.
A partir de
1890, o Simbolismo começou a superar o Parnasianismo. O realismo classicizante do Parnasianismo teve grande aceitação no Brasil, graças certamente à facilidade oferecida por sua poética, mais de técnica e forma que de inspiração e essência. Assim, ele foi muito além de seus limites cronológicos e se manteve paralelo ao Simbolismo e mesmo ao Modernismo em sua primeira fase.
O prestígio dos poetas parnasianos, ao final do
século XIX, fez de seu movimento a escola oficial das letras no país durante muito tempo. Os próprios poetas simbolistas foram excluídos da Academia Brasileira de Letras, quando esta se constituiu, em 1896. Em contato com o Simbolismo, o Parnasianismo deu lugar, nas duas primeiras décadas do século XX, a uma poesia sincretista e de transição.

Os principais autores parnasianos são:
Alberto de Oliveira, Raimundo Correia ,Olavo Bilac
Exemplo de Poema:
O poema “Profissão de fé” de Olavo Bilac é uma representação da estética parnasiana no Brasil: (...) E horas sem conta passo, mudo, O olhar atento, A trabalhar, longe de tudo O pensamento. Porque o escrever – tanta perícia Tanta requer, Que ofício tal... nem há notícia De outro qualquer. Assim procedo. Minha pena Segue esta norma, Por servir-te, Deusa serena, Serena Forma! Nas estrofes acima aspectos parnasianos, como “a arte pela arte”: o poeta deixa claro que a arte poética exige do autor o afastamento quanto ao que acontece no mundo. Ainda vemos a exaltação e procura por um rigor técnico, purismo na forma: o poeta diz que escrever requer muita perícia, cuidado e engrandece a estética formal “Serena Forma”. Além disso, observamos no poema a forma fixa dos sonetos, a rima rica e a perfeita ou rara em contraposição aos versos livres e brancos dos poetas românticos.


Vicente de Carvalho; que publica Ardentias(1885),Relicário(1888),Rosa, rosa de amor(1902),Poemas e canções(1908),Versos da mocidade(1909),Verso e prosa, incluindo o conto Selvagem(1909),Páginas soltas(1911),A voz dos sinos(1916),Luisinha, contos(1924)(veja à cima)
Machado de Assis; que publica Esaú e Jacó(1904), Memorial de Aires (1908), etc.
Luís Delfino;
Bernardino Lopes;
Francisca Júlia;
Guimarães Passos; que publica Horas mortas (1901),Dicionário de rimas, com Olavo Bilac (1905),Tratado de versificação, com Olavo Bilac (1905)
Carlos Magalhães de Azeredo;
Goulart de Andrade;
Artur Azevedo; que publica: Comeu! (1902), "Contos possíveis" (1908), "Rimas" (1909) (figura ao lado)
Adelino Fontoura ;
Emílio de Meneses ;
Antônio Augusto de Lima ; que publica Poesia(1959), Poesias(1909),Noites de sábado, crônicas(1923).
Luís Murat
Mário de Lima ; que publica: Idéias e comentários', crônicas e estudos, (1921),Coletânea de autores mineiros (1922), A Igreja, o poder civil e o direito de revolta(1924), Minas e a Guerra do Paraguai(1926), O bom combate, história da Ação Católica(1929),A hermenêutica tradicional e o Direito Científico(1932). Reeditado em 1955 com o título Da interpretação Jurídica. (retrato ao lado)

Características:
- Objetividade no tratamento dos temas abordados. O escritor parnasiano trata os temas baseando na realidade, deixando de lado o subjetivismo e a emoção;
- Impessoalidade: a visão do escritor não interfere na abordagem dos fatos;
- Valorização da estética e busca da perfeição. A poesia é valorizada por sua beleza em sí e, portanto, deve ser perfeita do ponto de vista estético;
- O poeta evita a utilização de palavras da mesma classe gramatical em suas poesias, buscando tornar as rimas esteticamente ricas;
- Uso de linguagem rebuscada e vocabulário culto;
- Temas da
mitologia grega e da cultura clássica são muito frequentes nas poesias parnasianas;
- Preferência pelos sonetos;
- Valorização da metrificação: o mesmo número de sílabas poéticas é usado em cada verso;
- Uso e valorização da descrição das cenas e objetos.
Século XX; Simbolismo:
O Simbolismo, movimento essencialmente poético do fim do século XIX, representa uma ruptura artística radical com a mentalidade cultural do Realismo-Naturalismo, buscando fundamentalmente retomar o primado das dimensões não-racionais da existência.
Para tanto, redescobre e redimensiona a subjetividade, o sentimento, a imaginação, a espiritualidade; busca desvendar o subconsciente e o inconsciente nas relações misteriosas e transcendentes do sujeito humano consigo próprio e com o
mundo.
Numa visão mais ampla, tanto no campo da filosofia e das ciências da natureza quanto no campo das ciências humanas, a desconstrução das teorias racionalistas faz-se notar, seja por meio da física relativista de Einstein, da psicologia do inconsciente de Freud ou das tórias filosóficas de Schopenhauer e de Friedrich Nietzsche.
Assim, o surgimento desse estilo por um lado reflete a grande crise dos valores racionalistas da civilização burguesa, no contexto da virada do século XIX para o século XX, e por outro inicia a criação de novas propostas estéticas precursoras da arte da
modernidade.

Contexto histórico
Na época em que o simbolismo se desenvolveu no Brasil na Europa a Itália e a Alemanha buscavam a unificação e reinava uma paz que foi usada na preparação para a Primeira Guerra Mundial. La o simbolismo era forte e o parnasianismo fraco. Aqui começava a República e o movimento foi abafado pelos parnasianistas que dominavam a produção literária da época.

Origens do Simbolismo
Ao longo da década de 1890, desenvolveu-se na França um movimento estético a princípio apelidado de "decadentismo" e depois "Simbolismo". Por muitos aspectos ligado ao Romantismo e tendo berço comum ao Parnasianismo ("Parnasse Contemporain", 1866), o Simbolismo gerou-se quando escritores passaram a considerar que o Positivismo de Augusto Comte e o demasiado uso da ciência e do ateísmo (procedimentos do Realismo) não conseguiam expressar completamente o que acontecia com o homem e a Natureza.
A França foi o berço do Simbolismo, que se manifestou no satanismo e no spleen de As Flores do Mal, do poeta Charles Baudelaire; no mistério e na destruição da linguagem linear de Um lance de Dados e de Tardes de um Fauno de Stéphane Mallarmé; no marginalismo de Outrora e Agora, de Paul Verlaine e ainda no amoralismo de Uma Temporada no Inferno, de Jean Nicolas Rimbaud. Segundo algumas fontes, Edgar Allan Poe é considerado o precursor desse movimento, por ter influenciado nas obras de Baudelaire.

Simbolismo no Brasil No Brasil, o simbolismo teve início no ano de 1893, com a publicação de duas obras de Cruz e Souza: Missal (prosa) e Broquéis (poesia). O movimento simbolista na literatura brasileira teve força até o movimento modernista do começo da década de 1920.
Principais artistas simbolistasLiteratura internacional:- Charles Baudelaire – autor da obra As flores do mal (1857) que é considerada um marco no simbolismo lliterário.- Arthur Rimbaud- Stéphane Mallarmé- Paul VerlaineLiteratura brasileira:- Cruz e Souza- Alphonsus de Guimaraens

Características do Simbolismo- Ênfase em temas místicos, imaginários e subjetivos;- Caráter individualista- Desconsideração das questões sociais abordadas pelo Realismo e Naturalismo;- Estética marcada pela musicalidade (a poesia aproxima-se da música);- Produção de obras de arte baseadas na intuição, descartando a lógica e a razão- Utilização de recursos literários como, por exemplo, a aliteração (repetição de um fonema consonantal) e a assonância (repetição de fonemas vocálicos).

4 comentários:

  1. preciso de uma poesia e de uma foto do autor mário lima.

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  2. È para um trabalho de literatura sobre o parasianismo,só está fatando esse autor.obrigada

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  3. Este comentário foi removido pelo autor.

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  4. Quais as principais características do movimento romântico, e por que podemos dizer que o romântico era um ser em crise?

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